“(...) Eu gosto do som, do simples som da sua voz. Das sensações à flor da pele. Do arrepio. Do sentir demasiado, tudo, todos, todas, e o que mais existir. E me descrevo assim, sem realmente descrever-me. Amando, vivendo, abraçando. Ao que me encanta, ao mundo, a nós. Eu vivo nesse brinde diário a vida. Eu sou o que gosto de ter ao meu lado. Eu sou a cor, a flor, o cheiro, o som, sou um sentir constante. Eu vivo nesse brinde diário a vida, ao amor - ao nosso, ao que é nosso -, e o que poderia haver de melhor?”